sexta-feira, 18 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
Seca no Nordeste agrava a falta de alimentos

Com 593 municípios em situação de emergência por conta da seca, o semiárido do Nordeste não sofre apenas com a falta de água, mas também com a escassez de alimentos. Muitas cidades, onde não chove há seis meses, já informaram problemas relacionados à falta de comida, já que grande parte das produções agrícolas --inclusive as familiares-- foi perdida pela falta de chuva.
Imagens captadas por satélite mostram que boa parte do Nordeste enfrenta a maior seca dos últimos 30 anos. É possível perceber que 80% do semiárido da região sofre com a estiagem, o que representa seis vezes o percentual registrado no ano passado. Não choveu nos quatro primeiros meses do ano --como era previsto-- e não há perspectiva de chuvas pelos próximos três meses.
A entrega de alimentos a moradores do sertão, por conta da seca, é algo que não havia ocorrido nos últimos anos, mas que está sendo novamente realizado em 2012. A situação mais grave é a da Bahia, onde 228 municípios estão em situação de emergência.
Segundo a Defesa Civil Estadual, o governo baiano adquiriu pouco mais de 130 mil cestas básicas para distribuição nos municípios. Além delas, o Estado também recebeu mais 4.630 do Ministério da Integração Nacional e 5.000 do Ministério da Agricultura, totalizando 140 mil cestas básicas.
“Esses alimentos devem ser entregues às famílias para durar por pelo menos 30 dias, pois a situação é crítica e temos uma grande demanda. Depois da água, a falta de alimentos é a nossa maior preocupação, mas estamos atuando para não deixar ninguém passar fome”, afirmou o coordenador-executivo da Defesa Civil, Salvador Brito.
Segundo Brito, além dos alimentos, existem outras preocupações com os sertanejos. “Temos outros problemas. Como a estiagem vem se alongando, temos diversas repercussões na natureza, como problemas na agricultura familiar e a captação de água para irrigação. Todo semiárido sofre com essa falta de chuvas” disse.
domingo, 29 de abril de 2012
Cruzadinha sobre Revoluções e Globalização
Revoluções industriais e Globalização
2. Os meios de produção pertencem aos.
3. Revolução que iniciou a utilização da energia elétrica e o petróleo.
4. Empresas presentes em vários países.
5. Característica desenvolvida nas revoluções e primordial para consolidação da globalização.
6. A terceira revolução industrial também é conhecida como.
7. A tecnologia é um importante fator de transformação do.
8. Quando o trabalhador passa a realizar uma tarefa diferente e desempenha uma função especifica é chamado de ___________ do trabalho.
9. Na segunda revolução o espaço passou a ser interligado principalmente por.
10. País asiático que concentra o maior número de brasileiros em 2008.
11. Os fluxos populacionais mais expressivos em nível mundial são formados pelas migrações de.
12. O país que mais recebeu turistas no mundo em 2005 foi.
RESPOSTA:
terça-feira, 24 de abril de 2012
ESCALAS E MAPAS
Como interpretar reduções em mapas
(PARA ALUNOS DO "ROMULO CASTELO" - COPIAR E ESTUDAR PARA PROVA) (AGUARDEM POSTAREI OUTRO SOBRE A PROVA.)
O mapa é uma imagem reduzida de uma determinada superfície. Essa redução - feita com o uso da escala - torna possível a manutenção da proporção do espaço representado. É fácil reconhecer um mapa do Brasil, por exemplo, independente do tamanho em que ele é apresentado, pois a sua confecção obedeceu a determinada escala, que mantém a sua forma. A escala cartográfica estabelece, portanto, uma relação de proporcionalidade entre as distâncias lineares num desenho (mapa) e as distâncias correspondentes na realidade.
As escalas podem ser indicadas de duas maneiras, através de uma representação gráfica ou de uma representação numérica.
Escala gráfica
A escala gráfica é representada por um pequeno segmento de reta graduado, sobre o qual está estabelecida diretamente a relação entre as distâncias no mapa, indicadas a cada trecho deste segmento, e a distância real de um território. Observe:
![]() |
De acordo com este exemplo cada segmento de 1cm é equivalente a 3 km no terreno, 2 cm a 6 km, e assim sucessivamente. Caso a distância no mapa, entre duas localidades seja de 3,5 cm, a distância real entre elas será de 3,5 X(vezes) 3, ou 10,5 km (dez quilômetros e meio). A escala gráfica apresenta a vantagem de estabelecer direta e visualmente a relação de proporção existente entre as distâncias do mapa e do território.
Escala numérica
A escala numérica é estabelecida através de uma relação matemática, normalmente representada por uma razão, por exemplo: 1: 300 000 (1 por 300 000). A primeira informação que ela fornece é a quantidade de vezes em que o espaço representado foi reduzido. Neste exemplo, o mapa é 300 000 vezes menor que o tamanho real da superfície que ele representa.
Na escala numérica as unidades, tanto do numerador como do denominador, são indicadas em cm. O numerador é sempre 1 e indica o valor de 1cm no mapa. O denominador é a unidade variável e indica o valor em cm correspondente no território. No caso da escala exemplificada (1: 300 000), 1cm no mapa representa 300 000 cm no terreno, ou 3 km. Trata-se portanto da representação numérica da mesma escala gráfica apresentada anteriormente.
![]() |
Caso o mapa seja confeccionado na escala 1 300, cada 1cm no mapa representa 300 cm ou 3 m. Para fazer estas transformações é necessário aplicar a escala métrica decimal:
![]() |
![]() |
Aplicação da escala
A escala (E) de um mapa é a relação entre a distância no mapa (d) e a distância real (D). Isto é:
![]() |
1. Calcular a distância real entre dois pontos, separados por 5 cm (d), num mapa de escala (E) 1: 300 000.
![]() |
![]() |
![]() |
Grande e pequena escala
Para a elaboração de mapas de superfícies muito extensas é necessário que sejam utilizadas escalas que reduzam muito os elementos representados. Esses mapas não apresentam detalhes e são elaborados em pequena escala. Portanto, quanto maior o denominador da escala, maior é a redução aplicada para a sua elaboração e menor será a escala.
As escalas grandes são aqueles que reduzem menos o espaço representado pelo mapa e, por essa razão, é possível um maior detalhamento dos elementos existentes. Por isso, são aquelas cujo denominador é menor. As escalas maiores normalmente são denominadas de plantas que podem ser utilizadas num projeto arquitetônico ou para representar uma cidade. De acordo com os exemplos já citados a escala 1: 300 é maior do que a escala 1: 300 000.
A escolha da escala é fundamental ao propósito do mapa e ao tipo de informação que se pretende destacar. Numa pequena escala o mais importante é representar as estruturas básicas dos elementos representados e não a exatidão de seu posicionamento ou os detalhes que apresentam. Aliás, o detalhamento neste tipo de mapa compromete a sua qualidade e dificulta a sua leitura. Numa grande escala, como plantas de uma casa ou de uma cidade, existe uma maior preocupação com os detalhes, mas assim mesmo as informações devem ser selecionadas para atender apenas o objetivo pelo qual foram elaboradas.
*Cláudio Mendonça é professor do Colégio Stockler e autor de "Geografia Geral e do Brasil" (Ensino Médio) e "Território e Sociedade no Mundo Globalizado" (Ensino Médio).
BIBLIOGRAFIA:
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Estações do ano - "Um ano em 2 minutos"
"Romulo Castelo" e "Arnulpho Mattos" vídeo sobre as estações do ano, passa-se em Oslo na Noruega.
Para quem gostou, tente adivinhar agora!:
sexta-feira, 13 de abril de 2012
A história das coisas
Galera da 8ª, está aí o vídeo que passei na aula. Recomendo aos alunos do "Romulo Castelo" assistirem também o vídeo, é muito bom e abre as nossas cabeças para o modo de vida que vivemos além de trazer descobertas surpreendentes!!
abçs, att.
abçs, att.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Inclinação da terra e suas consequências
Atualmente a inclinação
da terra é de 23°, no período de 41.00 anos o ângulo do eixo da terra mudou de
21,80° - 24,36°. Além disso, a terra muda lentamente o ponto no espaço pra onde
aponta o seu eixo. O nome desse lento movimento e precessão e dura cerca de
26.000 anos.
O efeito deste
movimento na terra é muito lento, mas o resultado final é que dentro de cerca
de 13.000 anos o verão no Brasil ocorrerá em junho e o inverno em dezembro.
Se o eixo da terra
mudasse 10°, ainda existiriam estações do ano, mas serão tão imperceptíveis que
a diferença entre o verão e o inverno seria cerca de 3ºC no máximo. Se mudasse
menos de 5° não haveria estações do ano.
Pelo fato de não ter
más esta inclinação a orbita da terra seria quase perpendicular.
E também um grande
problema seria o derretimento dos pólos.
Se a terra inclinasse
45° às mudanças seriam mais graves, um lado ficaria mais tempo sem a incidência
solar, do modo que o hemisfério norte, seria muito frio, incapacitando a vida
no lado norte do mundo.
Se a inclinação fosse
de 50° um lado seria permanentemente noite, isso provocaria uma era do gelo em
apenas um lado da terra, poderia também acabar com a vida no lado em que
ficaria noite, e também não existiriam estações do ano, um lado seria
eternamente verão e o outro inverno. Não haveria nem noite nem dia, seria uma
enorme catástrofe.
Lucas dos Santos
E.E.E.F.M. "RÔMULO CASTELO" - 1° V5
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)









